Publicado em 30 de setembro de 2017 | 18:44
Intolerância: Egito proíbe que gays apareçam em meios de comunicação
'Cura gay'
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‘Homossexualidade é uma doença e uma vergonha e é melhor ocultá-la’, diz nota

partir deste sábado (30), estão proibidas publicações com informações sobre homossexuais nos meios de comunicação do Egito. Apenas casos que mostrem “arrependimento” da conduta podem ser exibidos ao público.

Há uma semana, um grupo de sete homens foi preso no Egito por exibir uma bandeira com um arco-íris em um show no Cairo. Outros seis homem foram detidos na mesma semana após terem sido flagrados em relações sexuais dentro de um apartamento.

O Conselho Supremo para a Regulação dos Meios de Comunicação do país divulgou um comunicado no qual afirmou que “a homossexualidade é uma doença e uma vergonha e é melhor ocultá-la” e que por isso não deve ser feita “propaganda” até que esta seja “curada e acabada”. Segundo documento, medida tem o objetivo de “preservar a moral e os valores da sociedade”.

O presidente do Conselho, Makram Mohamed Ahmed, disse ainda que o papel dos meios de comunicação é “informar sobre a periculosidade dessa doença” e “advertir sobre suas consequências e não fazer propaganda nem levantar suas bandeiras e lemas”.

Como cita a “EFE”, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch (HRW) exigiram neste sábado (30) o fim da repressão contra os homossexuais.

Contudo, a homossexualidade não é expressamente proibida na legislação egípcia, mas condenações são frequentes no país.

(BBC)

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