Publicado em 8 de setembro de 2017 | 11:07
Professor acusado de usar celular para gravar escondido alunas nuas é afastado
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Um professor de geografia, de 34 anos, foi afastado de suas funções na Escola Estadual José Calazans Freire, no Centro de Upanema/RN, no início desta semana. O motivo: ele estava levando adolescentes para tomar banho de piscina num sitio perto da cidade de Upanema e lá destinava um quarto para as meninas trocarem de rouba para entrarem na piscina. 
Neste quarto, o professor deixava um celular escondido com a câmera ligada para gravar imagens das meninas colocando biquines. Neste final de semana, as meninas descobriram o celular. O aparelho estava ligado, estrategicamente localizado no bolso de uma calça pendurada no quarto, com a câmera virada para as meninas. No celular, as meninas contaram que viram dezenas de vídeos das colegas se trocando e nuas. 
As meninas relataram que saíram do quarto assustadas, perguntando de quem era o celular e o professor Abimael Medeiros, se mostrando surpreso para as jovens, assumiu que o aparelho era dele. 
O fato foi comunicado a Polícia Civil, a Polícia Militar e também na direção da escola José Calazans Freire, que fica no Centro da cidade.  O diretor da escola, professor Diógenes Matoso, confirmou o fato ao MOSSORÓ HOJE. Ele disse que o professor foi afastado de suas funções pela direção da escola até que o caso seja apurado. Ele se mostrou surpreso com o fato. 
O delegado regional Denis Carvalho da Ponte destacou que a denúncia das jovens adolescentes, que está exposto nas redes sociais, é muito grave e passivo de investigação.  As jovens nas redes sociais estão protestando exatamente porque ainda não foram adotadas providência previstas em lei contra o professor de geografia delas. Elas divulgaram também nos grupos a foto do professor, classificando-o de pedófilo. 
Ao tomar conhecimento do fato, a população da cidade ficou indignado. “Todos aqui na cidade estão indignados com este fato”, destaca um morador (pediu para não revelar o nome), mostrando a revolta das estudantes nas redes sociais. 
(Mossoró Hoje)